Arrependimento

Posted by admin on 3rd setembro 2010 in Sem categoria

Arrependimento

Mt 3:8) Dêem fruto que mostre o arrependimento!

Nesse capitulo 3 de Mateus vemos João Batista pregando sobre arrependimento, e batizando com água (que é o batismo de arrependimento). Quando João viu os fariseus e saduceus se aproximarem, os chamou de “raça de víboras” E lhes disse para produzirem frutos que mostrem arrependimento.

Os fariseus eram os lideres espirituais da época, e conheciam muito bem as leis e as cumpriam com rigor, ou pelo menos cobravam do povo que as cumprissem. Mas Deus nunca se impressionou com aparência de religiosidade  nem com cargos políticos nem religiosos. E João Batista falou com eles com certa dureza, mas mostrando o caminho que eles deviam seguir:

“Produzi frutos que mostrem arrependimento”- disse.

Na verdade ele disse isto porque os fariseus e saduceus estavam no local de batismo, simplesmente para “fugir da ira vindoura” (V 7), como se fosse uma formula ou método para a salvação. Nos dias de hoje vemos apelos generosos e atraentes para que as pessoas “aceitem” Jesus; mas poucos pregam sobre o arrependimento, sobre a cruz, etc.  Os apelos são convidativos e cheios de promessas de prosperidade, paz, alegria e vida abundante. Mas eu me pergunto será que estamos levando as pessoas a serem “aceitas” por Jesus? Nós falamos muito em “aceitar” Jesus, mas a salvação consiste em sermos “aceitos” por Ele. E isso só acontece quando mostramos arrependimento verdadeiro.

Eu tenho visto pessoas que se emocionam em cultos “poderosos”, onde a musica e os apelos sedutores levam multidões à frente dos púlpitos; mas será que esses são os frutos que Deus espera de nós? Onde estão essas pessoas agora? Será que houve arrependimento verdadeiro? Não será que estamos vendo as pessoas só como números para aumentar o currículo do nosso ministério?

Lc 3:8) Dêem frutos que mostrem o arrependimento. E não comecem a dizer a si mesmos: ‘Abraão é nosso pai’. Pois eu lhes digo que destas pedras Deus pode fazer surgir filhos a Abraão.

O fato de alguém se arrolar numa igreja ou denominação não o leva à salvação; ou seja, quando formos questionados sobre nossa salvação não podemos simplesmente dizer –Ah! eu sou batista, ou quadrangular, ou seja lá o que for.

Se houve arrependimento, houve salvação. Se não houve arrependimento, houve simplesmente uma mudança de religião.

Is 30:15) Diz o Soberano, o Senhor, o Santo de Israel: “No arrependimento e no descanso está a salvação de vocês, na quietude e na confiança está o seu vigor, mas vocês não quiseram”.

No arrependimento está a salvação. Quando eu tive minha experiência de conversão, a primeira coisa que senti em meu coração foi um profundo arrependimento, e depois, a medida que orava confessando meus pecados, ia sentindo um alivio incrível em meu coração.

Primeiro, veio a tristeza; depois o alivio. Não adianta produzir só tristeza; mas essa tristeza deve produzir arrependimento.

2 Co 7: 9) Agora, porém, me alegro, não porque vocês foram entristecidos, mas porque a tristeza os levou ao arrependimento. Pois vocês se entristeceram como Deus desejava, e de forma alguma foram prejudicados por nossa causa.

10) A tristeza segundo Deus não produz  remorso, mas sim um arrependimento que leva à salvação, e a tristeza segundo o mundo produz morte.

Tudo que Deus faz é com amor, porque esta é a essência dele; Ele é amor. Existem dois tipos de problema em nosso meio, e eles são extremos entre si. O primeiro é aquele que foi citado acima; ou seja, tentar atrair as pessoas para a igreja com apelos suaves e convidativos. E o outro problema é o extremo: quando só apontamos o dedo para as pessoas lhes falando de pecado e condenação, o que muitas vezes é feito com ira  e com espírito vingativo. Esse tipo de pregação produz tristeza mas na produz arrependimento. A pessoa acaba se sentindo tão pecador que acha que não tem mais jeito para ela; isso porque não houve amor na mensagem. A cruz é amor; é o ato de amor mais profundo que alguém jamais fez nem fará. Só o nosso Senhor  Jesus para realizar isto. O mundo é cheio de competição, inveja, ciúmes, e todo tipo de acusação; o que produz tristeza nas pessoas. Mas esse tipo de tristeza leva à morte. A tristeza segundo Deus não nos prejudica de maneira alguma. No inicio podemos ate ficar revoltados ou angustiados, mas depois vem a paz. Eu fui conduzido a Deus com muito amor; eu não cria em nada. Muitas vezes durante a minha infância e adolescência fui entristecido por causa de religião e condenação; então me fechei completamente para Deus. As pessoas “do mundo” se fecham porque estão feridas; e os crentes ao invés de levar amor para elas levam religião e condenação. Eu era muito ferido de alma; fechado para Deus mas aberto para o mundo espiritual através das drogas, ocultismo, sexo ilícito, etc. Mas quando me falaram de Jesus, ninguém precisou apontar meus pecados; eles só me falaram de quanto Jesus me amava e o Espírito Santo me convenceu do pecado, da justiça e do juízo. Claro que fiquei triste, mas essa tristeza era algo saudável, algo bom, e a medida que as lagrimas rolavam pela minha face eu me sentia cada vez mais limpo.

Mt 3:11) “Eu os batizo com água para arrependimento. Mas depois de mim vem alguém mais poderoso do que eu, tanto que não sou digno nem de levar as suas sandálias. Ele os batizará com o Espírito Santo e com fogo”.

O batismo de Jesus é o que nos prova, esse fogo prova e depois sela a salvação. Quando somos salvos, temos certeza disso. Eu lembro de uma canção que cantávamos para as crianças: “Quem é salvo e tem certeza diga amém”.

HB 10:15) O Espírito Santo também nos testifica a este respeito. Primeiro ele diz:

16) “Esta é a aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o Senhor. Porei as minhas leis em seu coração e as escreverei em sua mente”

17) e acrescenta: “Dos seus pecados e iniqüidades não me lembrarei mais”

18) Onde esses pecados foram perdoados, não há mais necessidade de sacrifício por eles.

O Espírito Santo testifica ao nosso espírito que somos salvos. Mas quando somos de Jesus, precisamos a cada dia nos arrepender dos nossos pecados, para tentarmos viver uma vida santa e separada para Deus. Muitas vezes ficamos tristes, mas essa tristeza “vem do alto” para produzir arrependimento; como aconteceu com a igreja de Corinto.

2 Co 7:8) Mesmo que a minha carta lhes tenha causado tristeza, não me arrependo. É verdade que a princípio me arrependi, pois percebi que a minha carta os entristeceu, ainda que por pouco tempo.

9) Agora, porém, me alegro, não porque vocês foram entristecidos, mas porque a tristeza os levou ao arrependimento. Pois vocês se entristeceram como Deus desejava, e de forma alguma foram prejudicados por nossa causa.

10) A tristeza segundo Deus não produz, não remorso, mas sim um arrependimento que leva à salvação, e a tristeza segundo o mundo produz morte.

11) Vejam o que esta tristeza segundo Deus produziu em vocês: que dedicação, que desculpas, que indignação, que temor, que saudade, que preocupação, que desejo de ver a justiça feita! Em tudo vocês se mostraram inocentes  a esse respeito.

12) Assim, se lhes escrevi, não foi por causa daquele que cometeu o erro nem daquele que foi prejudicado, mas para que diante de Deus vocês pudessem ver por si próprios como são dedicados a nós.

13) Por isso tudo fomos revigorados.Além de encorajados, ficamos mais contentes ainda ao ver como Tito estava alegre, porque seu espírito recebeu refrigério de todos vocês.

14) Eu lhe tinha dito que estava orgulhoso de vocês, e vocês não me decepcionaram. Da mesma forma como era verdade tudo o que lhes dissemos, o orgulho que temos de vocês diante de Tito também mostrou-se verdadeiro.

15) E a afeição dele por vocês fica maior ainda, quando lembra que todos vocês foram obedientes, recebendo-o com temor e tremor.

16) Alegro-me por poder ter plena confiança em vocês.

Podemos ver o amor de Paulo nessas palavras, parece que ele havia sido duro em sua carta (1Co). Ele os exortou sobre diversos assuntos, como divisão, partidarismo, lascívia entre outros Mas ele ficou feliz em ver os frutos que essa carta havia produzido na igreja e também aliviado. As vezes “passamos a mão” na cabeça das pessoas ao invés de exortá-las em amor. Porque ficamos com medo de entristecê-las. Mas devemos fazer como Paulo. Ele deve ter ficado apreensivo por causa da tristeza produzida pela carta, mas logo viu que era algo “do Espírito”.

2 Tm 2:25) Deve corrigir com mansidão os que se lhe opõem, na esperança de que Deus lhes conceda o arrependimento, levando-os ao conhecimento da verdade

2 Pe 3: 9) O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Ao contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento.

Vamos deixar que o Espírito sonde nossos corações diariamente, para que possamos viver uma vida limpa diante Dele e dos homens.

Paz para teu coração

Jorge Russo (Jorjão)

ministeriotrio@gmail.com www.ministeriotrio.com.br

Uma Nova Reforma - Por Gustavo Bessa*

Posted by admin on 24th agosto 2010 in Sem categoria

*Texto extraido de http://blogdaana.wordpress.com/

Nós estamos precisando de uma nova Reforma! Na época da primeira Reforma, a igreja estava vendendo terrenos nos Céus; nos dias de hoje, a igreja está vendendo terrenos na Terra. Naquele tempo, as pessoas ansiavam pelos tesouros dos Céus; hoje, as pessoas anseiam pelos tesouros da terra. No passado, a igreja institucional usava a Bíblia para enganar os fiéis; no presente, muitas instituições também usam a Bíblia para enganar os cristãos. Mudaram as épocas, os nomes das pessoas, as propostas, as regiões geográficas, mas a ganância, a vaidade, a ambição e as estratégias continuam sendo as mesmas.

Precisamos de uma nova Reforma não, primeiramente, nas instituições, mas, sobretudo em nossos próprios corações. A Bíblia precisa ser redescoberta, não nos púlpitos e nas plataformas, mas nos nossos quartos e momentos mais íntimos. Se naquela época, as pessoas eram enganadas porque tinham os olhos nos Céus, hoje, as pessoas são enganadas porque têm os olhos na Terra; se no passado, os cristãos eram iludidos porque não tinham a Bíblia em suas mãos, hoje, eles são iludidos mesmo tendo uma, duas, três ou mais Bíblias em casa. O problema não é a falta das Escrituras, mas, sim, a falta de leitura e meditação na Palavra de Deus. Os cristãos se tornaram acomodados e preguiçosos!

Nos dias de hoje, poucas são as pessoas que não se deixam levar pela preguiça intelectual; e muitos são os que preguiçosamente se assentam para ouvir a música ou a pregação de um outro. Muitos são os que só se alimentam daquilo que é regurgitado por outros; e poucos são os que, diante do Senhor, cavam as suas próprias cisternas a fim de beberem das águas mais límpidas. Muitos, sem o saber, já estão doentes, pois são muitos os que não mais têm fome e nem sede. Alimentam-se através de uma sonda, quando alguém lhes injeta algum tipo de alimento na alma.

Os sermões, as pregações e a adoração congregacional são fundamentais; mas eles jamais substituem o firme fundamento que é construído no trabalho solitário da leitura e meditação diária nas Escrituras, quando a pessoa pode se encontrar e relacionar-se intimamente com a Palavra que se fez carne, Jesus, o Pão do Céu, o desejado da nossa alma. A recomendação que Paulo deu a Timóteo é a mesma que ecoa pelas paredes dos séculos e reverbera nos nossos ouvidos: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2Timóteo 2.15 – RA).

Voltemos à Palavra e ao Testemunho!

Gustavo Bessa

Achando o Mestre

Posted by admin on 14th junho 2010 in Sem categoria

João 20: 1 a 18
1) No primeiro dia da semana, bem cedo, estando ainda escuro, Maria Madalena chegou ao sepulcro e viu que a pedra da entrada tinha sido removida.
2) Então correu ao encontro de Simão Pedro e do outro discípulo, aquele a quem Jesus amava, e disse: “Tiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o colocaram!”
3) Pedro e o outro discípulo saíram e foram para o sepulcro.
4) Os dois corriam, mas o outro discípulo foi mais rápido que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro.
5) Ele se curvou e olhou para dentro, viu as faixas de linho ali, mas não entrou.
6) A seguir, Simão Pedro, que vinha atrás dele, chegou, entrou no sepulcro e viu as faixas de linho,
7) bem como o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus. Ele estava dobrado à parte, separado das faixas de linho.
8) Depois o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, também entrou. Ele viu e creu.
9) (Eles ainda não haviam compreendido que, conforme a Escritura, era necessário que Jesus ressuscitasse dos mortos.)
10) Os discípulos voltaram para casa.
11) Maria, porém, ficou à entrada do sepulcro, chorando. Enquanto chorava, curvou-se para olhar dentro do sepulcro
12) e viu dois anjos vestidos de branco, sentados onde estivera o corpo de Jesus, um à cabeceira e o outro aos pés.
13) Eles lhe perguntaram: “Mulher, por que você está chorando?” “Levaram embora o meu Senhor”, respondeu ela, “e não sei onde o puseram”.
14) Nisso ela se voltou e viu Jesus ali, em pé, mas não o reconheceu.
15) Disse ele: “Mulher, por que está chorando? Quem você está procurando?” Pensando que fosse o jardineiro, ela disse: “Se o senhor o levou embora, diga-me onde o colocou, e eu o levarei”.
16) Jesus lhe disse: “Maria!” Então, voltando-se para ele, Maria exclamou em aramaico: “Rabôni!” (que significa “Mestre!”).
17) Jesus disse: “Não me segure, pois ainda não voltei para o Pai. Vá, porém, a meus irmãos e diga-lhes: Estou voltando para meu Pai e Pai de vocês, para meu Deus e Deus de vocês”.
18) Maria Madalena foi e anunciou aos discípulos: “Eu vi o Senhor!” E contou o que ele lhe dissera.
Uma linda historia de saudades e perseverança na busca pelo Senhor. Sempre que leio esse texto Deus fala alguma coisa ao meu coração.
É interessante observar que Maria foi ao tumulo e quando percebeu que Jesus não estava no lugar, foi imediatamente chamar os discípulos. Pedro e João foram até lá e viram a mesma coisa: O corpo do Senhor não estava lá! No verso 8 diz que o discípulo viu e creu. Mas depois voltaram para casa.
Isso me faz pensar que não basta apenas crer, mas precisamos perseverar na busca pelo Senhor. Quantos crentes vão aos cultos, louvam, adoram, ouvem a palavra pregada, dão os dízimos e ofertas, e depois voltam para casa. Muitas vezes se lamentando por não ter achado o que buscavam: uma resposta, uma benção, uma palavra, uma direção.
E simplesmente voltam para casa. Eu digo casa mas não no sentido literal, mas no sentido de voltar à vida de mediocridade e de religião baseada em doutrinas de homens e em cultura mais do que na Bíblia.
Por isso se volta para casa, as vezes frustrados, as vezes pensando em desistir.
Mas Maria Madalena nos dá um exemplo de perseverança, porque ela permanece na busca desesperada pelo Senhor. Ela era uma mulher faminta e sedenta pela presença do Senhor.
E era uma mulher que sabia tocar o coração de Jesus por causa da gratidão. Pois ela havia sido liberta de sete demônios e estava sempre presente testemunhando da libertação (Lucas 8:2).
O texto diz que ela viu dois anjos vestidos de branco (versos 12 e 13), mas no verso 14 esta escrito claramente que ela “nem ligou”para os anjos, porque a pesar  de eles ter se manifestado e ate falado com ela, Maria virou as costas para eles e continuou procurando o Senhor.
E outro dos problemas que vemos hoje em dia é a busca frenética por manifestações sobrenaturais, assim como essa visão dos anjos, pozinho de ouro, arrepios e tantas outras coisas que nos “distraem” do alvo principal. Não tenho nada contra manifestações, porque fazem parte do culto em toda a historia da igreja. Mas o problema é quando paramos por ai. Nos conformamos com anjos, pozinho de ouro, e canções emocionantes e paramos de buscar.
Maria não parou de buscar, não se deteve com a decepção dos discípulos, nem com a manifestação de anjos. E sem duvida não eram quaisquer anjos, pois guardavam o túmulo do Reis dos Reis e Senhor de Senhores. Eram anjos de elite.
Mas nada é maior do que o próprio Senhor Jesus.
O apostolo João se prostrou uma vez na frente de um anjo:
AP 19: 10 Então caí aos seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: “Não faça isso! Sou servo como você e como os seus irmãos que se mantêm fiéis ao testemunho de Jesus. Adore a
Deus! O testemunho de Jesus é o espírito de profecia”.
Outro problema é esse: muitos se prostram diante de uma visão ou manifestação e permanecem nesse patamar por anos e décadas. Então deixam de buscar o Senhor.
Jesus apareceu primeiro a uma ex endemoninhada e promiscua, mas que possuía um coração grato.
Quando Jesus se revelou a ela, versos 16 e 17, disse a Maria que não tocasse porque ainda não tinha ido para o Pai, mas que estava indo para o Pai. Esse era o momento mais esperado por Jesus, depois de ter passado pelo trauma da cruz, pelas torturas, e até pelo inferno, finalmente estava indo para o Pai. Mas um choro conhecido o fez parar, um clamor de um coração de uma adoradora genuína o fez parar e prestar atenção. E Ele se revelou a Maria e a chamou pelo nome.
Vamos buscar até que chamemos a atenção Dele. Não basta apenas com crer, ou com alguma manifestação sobrenatural. Mas Ele é o mais importante. Permaneça, persevere. E Ele vai te chamar pelo teu nome.
Paz para o teu coração
Jorge Russo (Jorjão)
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ministeriotrio@gmail.com

CDS DO TRIO

Posted by admin on 25th maio 2010 in Sem categoria

Agora sim!  Você pode baixar todos os cds do Trio com mais facilidade e totalmente de graça. Clique no LINK PARA BAIXAR AS MUSICAS DO TRIO  e baixe a vontade. Divulgue isso para que todos possam ter oportunidade de baixar e ouvir as musicas.

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Deus abençoe

Jorge Russo

Palavra para os dias de hoje

Posted by admin on 21st abril 2010 in Sem categoria

Esta placa está localizada entre o bairro Boqueirão e a Comunidade Pantanal, em Curitiba-Pr na linha férrea. Acredito que estes dizeres sejam de grande relevância para a Igreja de nossos dias. Em primeiro plano, devido ao fato da Comunidade ser extremamente carente e meditando sobre o trabalho que temos desenvolvido como igreja local e os dias que vivemos como Igreja Global, a partir de uma perspectiva geral veremos que, algo que o Senhor está fazendo neste processo de restaurar todas as coisas (At. 3:21), é voltar o coração dos Santos para o cuidado com os mais necessitados. Sempre que Deus restaurava a nação de Israel e a mesma correspondia com Ele, seus profetas e apóstolos tinham algo em comum em sua mensagem: Justiça Social (Ne 5 – todo o livro de Malaquias – e etc). Outro fato importante que podemos ver está em Mt 11:2-5, que ao ser questionado sobre sua identidade e missão, Jesus afirmou ser o Messias por aquilo que fazia, o final do verso 5 registra o seguinte: “e aos pobres é anunciado o evangelho”.
Porém o que gostaria de repartir com vocês, é algo um pouco mais profundo, ainda usando esta imagem como referência daquilo que desejo expressar.
Vivemos dias em que há uma grande necessidade de discernimento espiritual no seio da Igreja, não podemos mais de forma alguma, nos mover sem a plena convicção de que estamos ajustados com a proposta dos céus. Precisamos “parar”, e então “se diligentemente ouvirdes a minha voz” avançarmos apartir daquilo que veremos o Senhor fazer nos céus; “Disse Jesus: Em verdade em verdade vos asseguro que o Filho nada pode fazer de si mesmo, mas somente pode fazer o que vê o Pai fazer, pois o que este fizer o Filho semelhantemente o faz”.
Nosso sacerdócio resume-se em ver e ouvir os céus para então manifestar isto na terra! Será isto o que temos feito como igreja? Todas as vezes que obedecermos a estes princípios veremos uma re-organização das coisas terrenas. Em Marcos 4: 35-40 Temos um registro de como esta verdade funcionava na vida de Jesus, diante da tempestade ele declarou: “Aquieta-te! Silencia-te! E logo o vento serenou, e houve completa bonança” Acredito que a criação reconheceu sua voz, como sendo a mesma voz de Gn 1:3 “ E disse Deus”… Isto é liberar na terra os desígnios do Senhor. Em Jo 11 no episódio da ressurreição de Lázaro, diante do túmulo do mesmo, o primeiro registro que a escritura deixa é este: “Tiraram então a pedra. Jesus levantando os olhos para o céu”… (Vs 41), acredito que ele viu o Pai ressuscitando Lázaro e apenas espelhou isto na terra, seria como se tivesse dito: Eu concordo com isto, então - Vem para fora! Precisamos refletir sobre nossas vidas, e rever nossos conceitos sobre vida cristã
Durante o cativeiro babilônico Deus levantou Ezequiel para advertir e encorajar o povo a voltar-se para a aliança que haviam feito com Ele. Dentre várias visões que o profeta recebeu vemos que do capítulo 40 ao 44 há uma minuciosa planta de um Templo. É relevante notarmos que são dadas a ele medidas exatas, é um relato de arquitetura e engenharia com precisão, medido e estabelecido por “um homem cuja aparência era como do bronze, tendo na mão um cordel de linho e uma cana de medir” (Ez 40:3). Deus tem padrões para as coisas que Ele criou antes da fundação do mundo, e uma delas é sua Igreja. De forma alguma quero trazer aqui uma “visão ou método” que irá solucionar os problemas atuais. Mas sim cooperar com aquilo que o Espírito diz neste tempo. Ao final do registro desta planta lemos a seguinte escritura:
“Tu ó filho do homem, mostra à casa de Israel este templo, para que se envergonhe das suas maldades. Sirva-lhes ela de modelo, e envergonhando-se eles de tudo o que fizeram, faze-lhes saber a forma desta casa, e a sua figura, e as suas saídas, e as suas entradas, todas as suas formas, todos os seus estatutos, todos os seus dispositivos e todas as suas leis: escreve isto aos seus olhos, para que guardem todas as suas instituições e todos os seus estatutos, e os cumpram” (Ez 43: 10,11).
Este texto mostra um princípio importantíssimo, ao terminar de revelar a Ezequiel com exatidão aquela planta, Deus ordena que ele a mostre a casa de Israel, mas como que por um breve momento. Se analisarmos bem o texto veremos que esta primeira ação era com o propósito de produzir arrependimento, e condicionado ao mesmo o profeta então deveria “fazer-lhes saber a forma da casa”. Lembremo-nos que a primeira evidência do Reino de Deus na terra sempre foi e será o arrependimento: “Daquele momento em diante Jesus passou a pregar e dizer: Arrependei-vos porque é chegado o Reino dos céus” (Mt 4:17). Acredito que o Senhor deseja revelar a nós os seus segredos, mas a condição é que devemos nos envergonhar de tudo o que fizemos por nossa própria força, assim como em Babel vemos o homem se mobilizando com a prática certa, mas com a visão (motivação) deturpada, precisamos nos envergonhar de todas as nossas maldades e principalmente de nossas justificativas! O mais interessante nesta escritura está no original do texto. No verso 11 após a nação reconhecer suas maldades a palavra hebraica para faze-lhes saber ou anuncia-lhes, conforme outras traduções é Nagad, palavra esta que significa o “conteúdo de um decreto real”. O mesmo tem algumas peculiaridades, sabemos que um decreto real não estava condicionado ao entendimento ou aceitação dos súditos. Não é algo como: Diga a eles, ou pergunte se concordam ou entendem, é Nagad, faça-se como Eu quero! O texto mais próximo que posso encontrar a este é: “Seja feita tua vontade assim na terra como no céu”, há uma voz ecoando dos céus nestes dias, Nagad.  Em Mt 16 Jesus afirmou que edificaria sua Igreja, neste mesmo episódio vemos algo peculiar para sabermos a “forma desta casa”. Jesus (que é o Filho de Deus) questiona seus discípulos sobre quem dizem os homens ser o Filho do homem, após algumas respostas Ele dirige a mesma pergunta aos discípulos, ao que Pedro responde:
“Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Vs 16)
Então o Senhor declara: “Bem aventurado é você Pedro, porque não foi carne e sangue quem te revelou, mas meu Pai que está no céu”, ou seja, Deus Pai responde por meio de Pedro, a pergunta feita por Deus Filho! Ele é soberano na edificação de uma Igreja triunfante sem intervenções humanas. É interessante ressaltarmos que este é o texto usado pela Igreja Católica Apostólica Romana para afirmar que os homens têm autoridade (exousia) sobre o Corpo de Cristo, e muitas vezes aplicada em várias esferas pela Igreja chamada “Evangélica”. Deus está por meio de Cristo, em nós, edificando sua Igreja.
Em Cristo
Pr.  Leandro Vieira
leandro.pvl@hotmail.com    www.projetovoolivre.org

O lugar secreto

Posted by admin on 12th março 2010 in Sem categoria

Mt 6:5) “E quando vocês orarem, não sejam como os hipócritas. Eles gostam de ficar orando em pé nas sinagogas e nas esquinas, a fim de serem vistos pelos outros. Eu lhes asseguro
que eles já receberam sua plena recompensa.
6) Mas quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que está em secreto. Então seu Pai, que vê em secreto, o recompensará.

O lugar secreto a pesar de ser um lugar bastante confortável e aconchegante é um lugar de morte também, é ali onde os verdadeiros adoradores adoram em espírito e em verdade. Não para aparecer e ser vistos pelos homens, mas pelo simples prazer de estar com Deus e adorá-lo.
Em Mateus 6: 5 e 6 Jesus fala claramente sobre o lugar secreto, lugar este onde não há fingimentos nem hipocrisia diante de Deus, e não precisamos agradar homens, e é um lugar onde podemos abrir o coração e derramar tudo o que está dentro. Hoje em dia, a luta com os ministérios de adoração tem sido o “estrelismo” e a busca de fama e aceitação, o amor pelos holofotes. Mas na verdade, se você for procurar entre esses músicos, quem é verdadeiro adorador, podemos contar com os dedos de uma mão. Por um lado buscam a perfeição musical, ensaiam ate cansar treinam técnicas e escalas das mais sofisticadas (não tenho nada contra isso), mas não buscam nem adoram ao Senhor da glória. E depois pretendem “levar” ou conduzir a igreja em adoração. Dá vontade de rir;  ou de chorar. Mas existe uma recompensa para aqueles que adoram no lugar secreto, Jesus disse que “o Pai que vê em secreto te recompensará”. Quando “morremos” para nós mesmos, é porque já está chegando a hora da recompensa de Deus. Quando já não estamos mais interessados em receber glória de homens, ai é que estamos prontos para receber a recompensa que Deus tem para nós. Podemos ministrar diante da multidão, que isso não vai nos afetar no nosso orgulho. É por isso que disse antes que o lugar secreto é um lugar de morte: morremos para nós mesmos, para o orgulho e para o ego, para que “Cristo viva em nós”  (Rm 6). Por muitos anos eu insisti em levar meu ministério na força do talento, e pela misericórdia de Deus havia alguns frutos, eu diria que a 30 por 1, mas eu sabia que havia muito mais: que não seria só isso.

Experiência própria.
Eu era musico desde criança, e tive a musica como profissão a partir dos 18 anos de idade, eu possuía o dom natural de fazer com que as pessoas dançassem, rissem ou chorassem, possuía um carisma especial de lidar com o público. Então quando me entreguei ao Senhor Jesus, e fui apresentado à igreja, os lideres imediatamente, me colocaram nos púlpitos para ministrar e tocar. Daí passei a fazer as mesmas coisas que eu fazia anteriormente: usar o meu dom e meu carisma poro mexer com o publico. Houve um erro muito grande por parte da liderança de me colocar nessa situação, hoje vemos pessoas que tem um talento natural e quando se convertem já são colocadas para ministrar diante da multidão. Não existe preparo espiritual, e a pessoa carrega feridas na alma que não foram curadas.
Certa ocasião, em 1987, eu preparei um evangelismo de impacto na cidade de São Luis de Montes Belos, em Goiás. Formei uma equipe de elite, com altíssimo nível musical.
Fomos tocar numa escola noturna, a qual era freqüentada por pessoas adultas, na sua maioria amantes de rock e som pesado. Então ensaiamos e nos preparamos, com “ensaios, jejuns e orações” , durante 15 dias.
Quando chegou o dia do apresentação, já estávamos “afiados”.
Tocamos como nunca, uns arranjos maravilhosos, Solos de guitarra espetaculares, e o público começou a delirar e dançar e aplaudir de pé.
Foram duas horas de adrenalina pura, muita emoção e agitação, em outras palavras, olhando com os olhos naturais, estava saindo tudo como planejado. Mas quando fiz o chamado para entregar o coração ao Senhor, quase ninguém levantou a mão, tal vez umas três ou quatro pessoas; mas a maioria só queria ouvir mais musica e dançar (algumas pessoas começaram a tirar a roupa). E eu falei: -mas Senhor, nós jejuamos, ensaiamos até cansar, e nada aconteceu? Nesse momento, eu senti um vazio muito grande em meu coração, e me dei conta de que só naquele momento eu me lembrara do Senhor.
O que eu sentia era nada mais e nada menos do que a falta da presença de Deus, uma tristeza e uma angustia profundas invadiram meu ser, ai não sabia se agradecia os aplausos da multidão ou chorava por que sentia que não estava agradando a Deus. Os outros musicas pareciam satisfeitos, mas eu comecei a sentir uma grande frustração.
Enquanto isso subiu ao palco um irmão com um violão. Este irmão era de uma aparência simples e humilde, quando sorria mostrava a falta de um dente da frente, e o violão era de baixa qualidade, desafinado e faltava-lhe uma corda.
-    Posso ter a oportunidade de louvar o Senhor aqui?- me perguntou.
-Sim, claro! - respondi com a boca, mas meu coração dizia: - Não! Mas ele começou a cantar um hino antigo. (totalmente desafinado), e eu queria que a terra me tragasse naquela hora, pensava que iríamos ser apedrejados pelos roqueiros. Mas quando levantei meus olhos, vi algo impressionante:
Todos os alunos estavam de joelhos chorando compulsivamente, e a presença doce do Senhor inundou a escola. Eu comecei a chorar também. Naquele momento o Espírito do Senhor falou ao meu coração:

-“ Para tocar meu coração é necessário muito mais do que dons e talentos”.

“Nossos dons e talentos não atraem a presença de Deus, pois foi Ele quem nos deu esses dons. Nem mesmo nossos Jejuns sobem a Ele quando o objetivo não é a glória do Senhor. Aquele irmão, não possuía um grande talento, mas o amor que fluía dele só podia vir de uma profunda Intimidade com Deus. Ele estava totalmente morto para os homens, não queria saber se os homens estavam gostando ou não, ele simplesmente fez o que fazia diariamente: Adorar ao Senhor”.

É difícil agradar a Deus e aos homens ao mesmo tempo, nós tínhamos tocado o que eles queriam ouvir, mas não o que Deus queria que eles ouvissem.
Mais tarde o Senhor falou comigo nessa passagem de Mateus 6, e ele me disse: -como você quer levar às pessoas a me adorar se você mesmo não o faz?
Ao que respondi: -mas Senhor, eu te adoro!.
Mas ele me disse- Não, meu filho, você tem cantado, ensaiado, e ate orado com muita dedicação e empenho. Tem emocionado as pessoas. Mas o que eu quero é me relacionar com você de forma mais intima. Agora eu quero provar teu coração.

Então eu tive a clara direção de Deus de parar de ministrar por um ano, e me dedicar única e exclusivamente a adorar o meu Senhor no lugar secreto.
Nesse período, passei a adorar somente no meu quarto, e comecei a conhecer o caráter do Pai, o que fez com que me apaixonasse a cada dia mais por ele. Mas os primeiros tempos não foram fáceis.

No lugar secreto somos purificados e refinados

Eu passei literalmente pela morte; assistia a cultos e observava outros ministros cantando e ministrando nos púlpitos, e me consumia por dentro o desejo de ministrar também. Mas o trabalho do Espírito em nossas vidas é maravilhoso, mas também costuma ser bem doloroso.

Malaquias 3:3 “ Assentar-se-á como refinador e purificador de prata; purificará os filhos de Levi, e os refinará como ouro e como prata; eles trarão ao senhor as justas ofertas”
V.4 “Então a oferta de Judá e de Jerusalém será agradável ao Senhor, como nos dias antigos, e como nos primeiros anos”.

Meditando nessa passagem, e procurando saber com amigos que são especialistas em purificação de metais, eu comecei a entender como funciona o processo de purificação e refinamento da prata e do ouro. O refinador se assenta diante da peça segurando-a bem no meio do fogo, na parte de maior calor. Isso pode levar algum tempo, dependendo das impurezas e da sujeira que a peça contem. Eu posso imaginar o Senhor segurando a gente no meio do fogo, assentado olhando para nós atentamente. Porque é assim o processo de refinamento; o ourives não pode tirar os olhos da peça nem por um segundo; porque se distraísse por um momento, a peça poderia ser destruída pelo fogo. Assim também o Senhor não tira os olhos de nós enquanto estamos no processo de purificação. E o mais interessante é que o ourives sabe que a peça está completamente limpa e livre de impurezas, no exato momento em que ele consegue ver sua imagem refletida na peça. Assim também o nosso Deus sabe que estamos prontos quando ele consegue ver a Sua imagem em nós.
Esse processo é doloroso, mas é fundamental para que tenhamos um ministério de acordo com a vontade de Deus.
Ele também nos leva para o deserto, a fim de falar ao nosso coração e nos provar (Deuteronômio 8:3)

Meus primeiros meses no lugar secreto foram literalmente um deserto e um doloroso processo de purificação; mas também foram tempos que marcaram minha vida para sempre, e foi onde me apeguei mais ao Senhor e comecei a confiar mais nele.

Depois de seis meses eu já amava aquele lugar, e ficava feliz e satisfeito só de pensar que me encontraria com meu Senhor no lugar secreto.
Antes disso, eu olhava para os outros ministros e sentia inveja e ciúmes. E falava: -eu é que tenho que estar ai ministrando.
Mas o Senhor falava comigo:- Ainda teu ego te domina, meu filho.
Por isso, durante o tratamento eu sentia dor, literalmente passei pela morte; morte do ego, do orgulho, da auto-suficiência e da confiança em bagagens.
Depois de um ano, eu já não queria saber mais de púlpitos nem de ministrar, e já não sentia inveja nem ciúmes dos outros ministros. Eu só queria saber de adorar ao Senhor, em qualquer lugar. Nesse tempo ouvi a voz do Senhor dizendo: - Filho, eu quero que você volte a ministrar.
Eu disse:- Para mim tanto faz Senhor, aqui está bom demais para mim!
O Senhor me disse:- É por isso que chegou a hora de voltar a ministrar, porque agora você descobriu o que é adorar em espírito e em verdade, em qualquer situação e circunstancia e não apenas para subir num púlpito e cantar diante da multidão.
Finalmente eu havia entendido a diferença entre cantar e adorar, ou entre “apresentar” e ministrar. Eu entendi que para adorar era necessário conhecer, e entendi que adorar não era só cantar musicas lentas, emotivas, mas era preciso ter uma “vida de adoração”.
O estilo de vida de um adorador verdadeira só se adquire no lugar secreto. Depois disso meu ministério deu um pulo enorme, e hoje, para glória do Senhor Jesus, tenho viajado, pelo Brasil e fora do Brasil, tentando achar verdadeiras adoradores e convidando a noiva para freqüentar diariamente o “Lugar Secreto”.
Depois disso, tive outras experiências de ficar tempos sem ministrar, porque sabia que precisava ser tratado em alguma área da minha vida, em todas essas experiências sempre aprendi algo novo vindo do coração do Pai.
“E teu Pai que vê em secreto te recompensará”
Seja um adorador de verdade, busque o Senhor no lugar secreto, e você vai ver: não vai querer sair mais de lá.
Paz para teu coração
Jorjão
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O Primeiro Amor

Posted by admin on 3rd fevereiro 2010 in Sem categoria

AP 2: 1 a 7 
Carta à Igreja de Éfeso

1) “Ao anjo da igreja em Éfeso escreva:“Estas são as palavras daquele que tem as sete estrelas em sua mão direita e anda entre os sete candelabros de ouro.
2) Conheço as suas obras, o seu trabalho árduo e a sua perseverança. Sei que você não pode tolerar homens maus, que pôs à prova os que dizem ser apóstolos mas não são, e descobriu que eles eram impostores.
3) Você tem perseverado e suportado sofrimentos por causa do meu nome, e não tem desfalecido.
4) “Contra você, porém, tenho isto: você abandonou o seu primeiro amor”.
5) Lembre-se de onde caiu! Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio. Se não se arrepender, virei a você e tirarei o seu candelabro do lugar dele.
6) Mas há uma coisa a seu favor: você odeia as práticas dos nicolaítas, como eu também as odeio.
7) “Aquele que tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ao vencedor darei o direito de comer da árvore da vida, que está no paraíso de Deus.

Existe um estado em nós, os seres humanos, que chamamos de “primeiro amor”. Isso pode acontecer em varias áreas da nossa vida sempre que começamos algo, ou experimentamos algo novo.
O primeiro amor no trabalho, na escola, nas amizades, num namoro. É como se fosse um deslumbramento. Eu lembro que tive um primeiro amor na minha experiência com drogas. Só que depois de um tempo percebi o engano que era aquilo, quando já era tarde. Foram quase dez anos de vicio.

Quando conheci o Senhor Jesus tive uma experiência maravilhosa e um novo conceito de amor. Um amor e uma alegria que nunca havia experimentado antes.

Estava vivendo o primeiro amor com Jesus!

Lembro que só de ouvir falar o nome de Jesus ficava tão alegre e tão animado que começava a cantar hinos de louvor em qualquer lugar que estivesse, na rua, no supermercado, no ônibus. Meu coração explodia de gratidão em todo momento e em qualquer situação.
Todo dia participava de cultos e reuniões onde se louvasse e adorasse o Senhor. Lembro com detalhes de uma placa luminosa em neon vermelho escrito: “JESUS BREVE VOLTARÁ”.  Que eu podia ver quando voltava para casa de ônibus, do alto de um viaduto. Era só ver essa placa que meu coração explodia em jubilo e paixão, e então ficava em pé no ônibus e pregava sobre a volta do Senhor, distribuía folhetos e orava com as pessoas que assim o desejassem. Muitas vezes o motorista precisou parar o ônibus por causa das lagrimas.
A volta de Jesus era o desejo do meu coração.
Mas o tempo foi passando e algo foi mudando em meu coração. Eu passava por aquele viaduto e via aquela placa luminosa mas já não havia tanta empolgação, já não havia tanta alegria. Eu lia “JESUS BREVE VOLTARÁ”, mas pensava: — Mas eu ainda não casei! – ou - Eu ainda não tenho a casa própria- e coisas desse tipo. E o EU começou a ocupar mais espaço no meu coração.
Já não havia tanta gratidão, e comecei a me tornar uma pessoa automática, mecânica. Orava sim, lia a Bíblia sim, mas algo havia ficado para trás. Algo se quebrou. Fazia tudo de forma automática, as orações as canções. Parece que o evangelho se tornou apenas uma religião.

Talvez você, leitor tenha passado por isso, ou esta passando por isso. Parece que tudo ficou na mesmice, tudo muito repetitivo, as orações, as canções, os cultos, os evangelismos, os relacionamentos. E começamos a buscar culpados; líderes, ministros, pastores, esposa, marido. Ai é quando deixamos o primeiro amor com diz o verso 4 (acima).
O que era um evangelho vivo se torna uma religião morta.
Um dia estava voltando no mesmo ônibus, e passando pelo mesmo viaduto, mas algo havia mudado: aquela placa luminosa estava desligada. Não deu para ver o JESUS BREVE VOLTARÁ ao qual estava tão acostumado. Assim como nos acostumamos com os cultos e pregações, e os cânticos que cantamos de forma mecânica.
Mas me chamou a atenção o fato daquela placa estar desligada. E fui para minha casa pensando no assunto. Quando cheguei, depois de jantar e tomar um banho, fui ao meu quarto para orar (de forma automática e mecânica), mas perguntei ao Senhor sobre aquela placa. – Porque será que aquela placa estava desligada?
Imediatamente o Espírito Santo falou ao meu coração. — Essa placa não é tão importante assim, mas vejo que a placa do teu coração se apagou também –
Aquela palavra foi como uma faca entrando em mim, e logo abri a Palavra de Deus no texto acima citado (AP 2 : 1 a 7), só que na hora parecia que estava escrito “carta ao Jorjão”. Depois de ler esse texto fui invadido de uma tristeza profunda e comecei a chorar,  lembre-se de onde caiu! Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio. Se não se arrepender, virei a você e tirarei o seu candelabro do lugar dele, diz o verso 5.

O candelabro simboliza a presença manifesta de Deus. Não a onipresença que podemos ver na natureza, nas crianças, etc. Mas a presença intima do Senhor, e quando ficamos sem essa presença nos tornamos apenas religiosos.

Depois de ler, começou a passar tudo em minha mente, desde a minha conversão, os primeiros toques, as primeiras orações, os primeiros evangelismos. E percebi que com o tempo havia me tornado um religioso sem vida.
O que muitos chamam de maturidade eu chamo de religiosidade.
Naquela hora tive um profundo arrependimento e chorei durante muito tempo. Pedi ao Senhor que acendesse novamente o fogo em mim.
Se o seu coração não esta clamando pela vinda do Senhor, algo esta errado, porque em Apocalipse 22: 17  diz: 
O Espírito e a noiva dizem: “Vem!” E todo aquele que ouvir diga: “Vem!” Quem tiver sede, venha; e quem quiser, beba de graça da água da vida.

Acontece que durante nossa caminhada começamos a colocar outros tronos em nossos corações. De repente o dinheiro é entronizado e toma o lugar de Deus em nossas vidas, u talvez um namoro, um relacionamento ocupa o trono dos nossos pensamentos, ou até mesmo nossos ministérios ocupam esse lugar.

Não é errado você ter dinheiro, ou namoro, ou ministério, etc. Mas o que está errado é entronizar essas coisas, porque ai começamos a deixar o primeiro amor para trás. Coisas e pessoas se tornam mais importantes que Deus. E deixamos o Senhor em segundo plano.

Eu te convido a deixar o Espírito Santo te sondar agora e te mostrar se há outros tronos ocupando o lugar Dele em teu coração.
E assim que o Senhor te falar, entrega tudo para Ele e pede para Ele reinar novamente em todas as áreas da tua vida. Vamos voltar ao primeiro amor!
O espírito e a Noiva dizem Vem!!  Vem Senhor!
Toma o teu lugar Jesus!
Paz para o teu coração
Pr. Jorjão Russo
ministeriotrio@gmail.com  www.ministeriotrio.com.br

O caminho mais curto

Posted by admin on 11th janeiro 2010 in Sem categoria

O caminho mais curto

Em quase todas as situações, nós, os seres humanos, temos a tendência de querer sempre encurtar os caminhos pelos que passamos porque, obviamente, queremos chegar mais rápido; ai descobrimos um monte de “atalhos” e “jeitinhos” para acelerar o processo. Mas nem sempre é a melhor opção. Às vezes eu me perguntava: - Porque sempre as coisas demoram mais comigo?

Eu sempre questionei o Senhor a respeito dessas coisas. Em todas elas eu vi que realmente era melhor esperar, ou passar pelo caminho mais longo.

Temos um exemplo no povo de Israel na saída do Egito.

A Partida dos Israelitas (Ex 13)

17) Quando o faraó deixou sair o povo, Deus não o guiou pela rota da terra dos filisteus, embora este fosse o caminho mais curto, pois disse: “Se eles se defrontarem com a guerra, talvez se arrependam e voltem para o Egito”.

18) Assim, Deus fez o povo dar a volta pelo deserto, seguindo o caminho que leva ao mar Vermelho. Os israelitas saíram do Egito preparados para lutar.

19)Moisés levou os ossos de José, porque José havia feito os filhos de Israel prestarem um juramento, quando disse: “Deus certamente virá em auxílio de vocês; levem então os meus ossos daqui”.

20) Os israelitas partiram de Sucote e acamparam em Etã, junto ao deserto.

21)Durante o dia o SENHOR ia adiante deles, numa coluna de nuvem, para guiá-los no caminho, e de noite, numa coluna de fogo, para iluminá-los, e assim podiam caminhar de dia e de noite.

22) A coluna de nuvem não se afastava do povo de dia, nem a coluna de fogo, de noite.

O Senhor sabia que o povo estava, de certa forma, acomodado com a escravidão. E ainda não era a hora de enfrentar os Filisteus. Nós não podemos encarar os inimigos que estão na frente, sem primeiro nos livrar dos que estão atrás. Nós não podemos encarar uma batalha deixando uma outra pendente, porque nunca estaríamos concentrados da maneira que deveria ser.

Quando se trata de ministério, muitas vezes acontece o mesmo. Queremos ministérios bem-sucedidos de uma forma rápida e sem ter de pagar o preço.

Quando eu me converti ao Senhor Jesus, já era musico; e era um musico profissional. Mas um erro muito grave que acontece nas igrejas é que as pessoas são vistas e reconhecidas por causa dos dons. Mas como já disse em outras ocasiões, Deus não se impressiona nem um pouco com nossos dons e talentos; Ele traça o caminho e nós obedecemos ou não. Deus quer que sejamos ministros sarados. Quando os meus lideres (na época da minha conversão) descobriram meus dons e talentos, rapidamente me chamaram para ministrar. E como eu tinha muita experiência com publico, não tive dificuldades em cantar e tocar o novo tipo de canções.

Eu creio hoje que aquilo foi um erro. Porque eu não estava pronto para encarar essa “guerra”. Os inimigos que estavam atrás de mim não haviam sido vencidos ainda, e carregava um fardo de feridas não saradas, que a toda hora vinham à tona. Não podemos basear nossa vida ministerial apenas nos dons e talentos, tem que haver conteúdo vivo, uma alma sarada e uma mente concentrada naquilo que estamos fazendo. Eu fico imaginando o povo de Israel, se tivesse ido pelo caminho mais curto. Provavelmente teriam desistido e voltado atrás, logo na primeira batalha; os filisteus eram assassinos ferozes e sanguinários, e o povo de Israel estava totalmente enferrujado por causa da escravidão.

Quando tomamos decisões contrarias à vontade de Deus, ficamos sem orientação da coluna de nuvem durante o dia nem a coluna de fogo durante a noite; ficamos desorientados, e começamos a errar seguidamente. Quando vinham as lutas, eu pensava: -Ah! Que saudades do mundo e de tocar nas noites de Buenos Aires! – não tinha tanta luta!-

Porque na guerra não há tréguas. Como poderia eu enfrentar os novos inimigos sem vencer os antigos?

O Egito estava “nas costas” de Israel. E Israel precisava se livrar dele.

A Perseguição dos Egípcios (Ex 14)

1) Disse o SENHOR a Moisés:

2) “Diga aos israelitas que mudem o rumo e acampem perto de Pi-Hairote, entre Migdol e o mar. Acampem à beira-mar, defronte de Baal-Zefom”.

3) O faraó pensará que os israelitas estão vagando confusos, cercados pelo deserto.

4) Então endurecerei o coração do faraó, e ele os perseguirá. Todavia, eu serei glorificado por meio do faraó e de todo o seu exército; e os egípcios saberão que eu sou o SENHOR “. E assim fizeram os israelitas”.

5) Contaram ao rei do Egito que o povo havia fugido. Então o faraó e os seus conselheiros mudaram de idéia e disseram: “O que foi que fizemos? Deixamos os israelitas saírem e perdemos os nossos escravos!”.

9) Os egípcios, com todos os cavalos e carros de guerra do faraó, os cavaleiros e a infantaria, saíram em perseguição aos israelitas e os alcançaram quando estavam acampados à beira-mar, perto de Pi-Hairote, defronte de Baal-Zefom.

A Travessia do Mar

10) Ao aproximar-se o faraó, os israelitas olharam e avistaram os egípcios que marchavam na direção deles. E, aterrorizados, clamaram ao SENHOR.

11) Disseram a Moisés: “Foi por falta de túmulos no Egito que você nos trouxe para morrermos no deserto?”. O que você fez conosco, tirando-nos de lá?

12) Já lhe tínhamos dito no Egito: Deixe-nos em paz! Seremos escravos dos egípcios! Antes ser escravos dos egípcios do que morrer no deserto!”

13) Moisés respondeu ao povo: “Não tenham medo. Fiquem firmes e vejam o livramento que o SENHOR lhes trará hoje, porque vocês nunca mais verão os egípcios que hoje vêem.

14) O SENHOR lutará por vocês; tão-somente acalmem-se”.

O problema é que para ver o nosso inimigo derrotado precisamos encarar o mar, o que não deixa de ser um confronto. O mar em minha vida era largar tudo e obedecer a Deus. Ou seja, começar do zero. Na verdade dá medo, porque a pesar das lutas e tribulações, não queremos perder o “lugar” conquistado. Depois de quase três anos de ministério eu percebi que estava andando no caminho errado. Eu queria “encurtar” a coisa, mas Deus tinha outros planos. Depois de um episodio em um evangelismo, eu tive a clara direção de Deus de entregar o ministério em Suas mãos, e deixar ele me livrar dos inimigos que estavam atrás de mim. O mar me foi apresentado e eu poderia novamente escolher.

21) Então Moisés estendeu a mão sobre o mar, e o SENHOR afastou o mar e o tornou em terra seca, com um forte vento oriental que soprou toda aquela noite. As águas se dividiram,

22) e os israelitas atravessaram pelo meio do mar em terra seca, tendo uma parede de água à direita e outra à esquerda.

23) Os egípcios os perseguiram, e todos os cavalos, carros de guerra e cavaleiros do faraó foram atrás deles até o meio do mar.

24) No fim da madrugada, do alto da coluna de fogo e de nuvem, o SENHOR viu o exército dos egípcios e o pôs em confusão.

25) Fez que as rodas dos seus carros começassem a soltar-se , de forma que tinham dificuldade em conduzi-los. E os egípcios gritaram: “Vamos fugir dos israelitas! O SENHOR está lutando por eles contra o Egito”.

26) Mas o SENHOR disse a Moisés: “Estenda a mão sobre o mar para que as águas voltem sobre os egípcios, sobre os seus carros de guerra e sobre os seus cavaleiros”.

27) Moisés estendeu a mão sobre o mar, e ao raiar do dia o mar voltou ao seu lugar. Quando os egípcios estavam fugindo, foram de encontro às águas, e o SENHOR os lançou ao mar.

28) As águas voltaram e encobriram os seus carros de guerra e os seus cavaleiros, todo o exército do faraó que havia perseguido os israelitas mar adentro. Ninguém sobreviveu.

Quando somos colocados de frente para o mar, é como se fosse um espelho onde enxergamos nossos medos, desilusões, angustias, fracassos, e também nossos enganos e mentiras. Encarar isso não é fácil. Mas é necessário.

É uma questão de confiança no Senhor. O problema do escravo, é que ele acaba confiando na escravidão. O fato de ser livre lhe causa medo, porque não saberia como agir diante de escolhas. Sendo escravos não temos muitas opções. Mas quando se apresentam as opções, somos incapazes de tomar decisões. De certa forma a escravidão acaba gerando um falso conforto, que é difícil de abandonar. Quando há pendências do passado sem resolver, vamos acrescentando peso ao nosso fardo a medida que avançamos. E o inimigo em nossas costas vai chegando mais e mais perto de nos destruir. Esse inimigo precisa ser vencido antes de encarar outros. No meu caso, eu resolvi entregar tudo nas mãos de Deus e deixar ele me conduzir pelo mar. O mar é o preço que pagamos. As vezes ficamos com medo, as vezes sozinhos; e as vezes olhamos para atrás; mas quem abre as águas é o Senhor. Ele sopra o vento na hora certa para o mar se abrir. É sempre uma escolha diante de nós. Eu poderia perfeitamente continuar forçando a barra com meu dom e talento, mas estaria sempre com a sombra do “inimigo de trás”. Depois que Israel atravessou o mar, ficou livre desse inimigo. Logo viria o deserto, e apareceriam outros inimigos pela frente; novamente Deus os conduz pelo caminho mais longo, porque Ele precisa tratar com o caráter dos seus filhos. Mas esse é um outro assunto.

Paz para teu coração

Jorge Russo ministeriotrio@gmail.com www.ministeriotrio.com.br

Culto ao suicídio

Posted by admin on 10th dezembro 2009 in Sem categoria

Culto ao suicídio

Mateus 11: 28 a 30
28) “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.
29) Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas.
30) Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.
Jesus disse “venham a mim, vocês que estão cansados e sobrecarregados”. Sobrecarregados pode-se traduzir em deprimidos, ansioso, pesarosos, etc.
Hoje vivemos um tempo de culto ao suicídio. Vemos isso nos filmes e seriados que  os nossos adolescentes e jovens estão assistindo. A depressão, a angústia, a rejeição e a vergonha são algumas das causas de suicídios e de tentativas de suicídio.
Na Bíblia temos alguns casos que poderiam muito bem acontecer nos nosso dias.
Rejeição:
2 Samuel 17 : 23
“Vendo Aitofel que o seu conselho não havia sido aceito, selou seu jumento e foi para casa, para a sua cidade natal; pôs seus negócios em ordem e depois se enforcou. Ele foi sepultado no túmulo de seu pai”.
A rejeição é uma das causa mais fortes de depressão. Hoje vemos milhares de jovens sendo “criados” por babás eletrônicas (TV, vídeo games, internet) por causa da ausência paterna e de referência.  E nos filmes e seriados dessa geração se percebe claramente um “culto” à depressão como se fosse um estado de ânimo natural. Eu pude ver um filme recentemente onde a atriz principal por varias vezes declara que deseja entregar sua alma às trevas, e tenta cometer suicídio varias vezes para “chamar a atenção” da pessoa amada (neste caso um vampiro “bonzinho”). Esse filme é um sucesso de bilheteria. Parece um filme romântico “normal”. Mas me preocupa o que está por trás disso, e o que esse filme esta provocando nos nossos jovens.
Eu me considero uma pessoa liberal, sempre e quando preserve os princípios de Deus na minha vida. Mas precisamos ficar de olho nas mensagens que estão sendo enviadas aos nossos jovens. Hoje em dia o vampirismo se tornou algo normal e corriqueiro. Na minha mocidade o vampiro era “o capeta”. Hoje parece que temos “demônios do bem e demônios do mal”.
Existe uma onda de suicídio nessa geração, e só não vê quem não quer enxergar. Nesses dias estávamos num churrasco festejando o aniversário de uma amiga querida, quando a festa foi interrompida abruptamente pela noticia do suicídio do irmão da mesma. Pai de adolescentes, causou uma comoção na família.
O suicídio é o ultimo ato de um egoísta. Porque deixa um grande problema para as pessoas que amavam esse individuo. É um ato covarde e egoísta.

Vergonha:
1 Cr 10: 4) Então Saul ordenou ao seu escudeiro: “Tire sua espada e mate-me, se não sofrerei a vergonha de cair nas mãos desses incircuncisos”.Mas o seu escudeiro estava apavorado e não quis fazê-lo. Saul, então, apanhou a própria espada e jogou-se sobre ela.
5) Quando o escudeiro viu que Saul estava morto, jogou-se também sobre sua espada e morreu.
Tanto Saul quanto seu escudeiro se suicidaram por causa de vergonha. O primeiro sentiu vergonha pela derrota, e o segundo sentiu vergonha por não ter sido um bom escudeiro.
Existem vários tipos de suicídio.
O suicídio de fato, que é tirar a própria vida, o suicídio ministerial, que é quando se abre mão de ministérios e chamados de Deus, o suicídio intelectual, que é quando se deixa de pensar e se engole qualquer doutrinazinha que aparece por ai. Em fim vários tipos e varia causas temos ai.
Mas Jesus disse “venham a mim”. Ele não disse abandonem tudo, fujam, corram.
Ele disse “venham”. Ele chama para o descanso. Ele é o único que pode dar o verdadeiro descanso para nossas almas. Eu duvido que um suicida encontre descanso. Nem para ele nem para as pessoas que queridas que ficam chorando e sofrendo.
Nós temos para onde ir meus queridos. Não estamos sozinhos; Jesus esta chamando para um descanso literalmente nos braços Dele.
Se você for rejeitado “venha a Mim”. Se ficar envergonhado “venha a Mim”. Se estiver deprimido “venha a Mim”. Angustiado “venha a Mim”. E Eu lhe darei descanso.
IS 30: 15
“Diz o Soberano, o Senhor, o Santo de Israel: “No arrependimento e no descanso está a salvação de vocês, na quietude e na confiança está o seu vigor, mas vocês não quiseram”.
Com Jesus sempre existe uma saída, uma solução. Ele é o Cordeiro que morreu para que não precisássemos morrer. Ele se entregou à morte para que nós não precisássemos fazer isso.
Por isso Ele tem autoridade para dizer: “Venham a Mim e Eu lhes darei descanso”.
Cultuar Jesus é um culto à vida, à ressurreição. Corre para Ele e deixe que ele te dê descanso e renove tuas forças.
Vive a vida, pois é um dom de Deus.
Paz (e vida) para teu coração.
Pr Jorjão
www.ministeriotrio.com.br  ministeriotrio@gmail.

Com Deus não se brinca!

Posted by admin on 8th novembro 2009 in Sem categoria

Estamos vivendo um tempo, em que Deus está provando a integridade e o caráter de seu povo, e especialmente de seus ministros. Eu tenho observado ao longo dos meus quase vinte anos de ministério, que depois de cada mover do Espírito Santo, Deus espera uma resposta do seu povo, principalmente dos seus ministros. E muitas vezes o povo de Deus tem respondido da maneira errada.
Eu fico com grande temor, porque nos últimos anos, Deus tem derramado muito sobre seu povo. E nessa medida é que ele também espera uma resposta. Eu estava meditando em:
I Samuel, capítulos 2, 3 e 4, que relata a experiência do Sacerdote Elí e seus dois filhos, Hofni e Finéias. Estes dois filhos eram perversos e prostitutos, mas não eram repreendidos severamente pelo pai, e eles continuavam se prostituindo e usando para seu próprio proveito o melhor das ofertas do povo de Israel. Paralelamente a historia relata a vida do Samuel, um jovem consagrado e dedicado exclusivamente à obra de Deus. Samuel estava nos bastidores ouvindo e conhecendo a Deus. A Bíblia diz que um homem de Deus se chegou a Elí e lhe disse que Deus cortaria ele e a sua descendência. (1Samuel 2:27-36). E depois disto o Senhor falou com Samuel com voz audível, confirmando o que o outro homem de Deus havia falado. Então Elí e todo Israel souberam que Samuel estava sendo levantado como profeta diante da nação.

No capitulo 3 :1 vemos que a palavra do Senhor era “mui rara naqueles dias”; e “as visões não eram muito freqüentes”.

Samuel era aquele que abria as portas da casa do Senhor; era como um guardião da santidade, impedindo que coisas imundas entrassem na casa de Deus. Mas havia muita iniqüidade da parte doas filhos de Elí, e também havia omissão da parte do próprio sacerdote Elí. Então veio a palavra de Deus por intermédio de Samuel, para todo o povo de Israel, e eles subiram para a batalha com os filisteus (capitulo 4). Os filisteus feriram gravemente o povo de Israel, e então eles apelaram para a Arca da Aliança, e a trouxeram para o meio deles, como se a Arca fosse um amuleto que os livraria das mãos dos filisteus. A principio, os filisteus ficaram com medo, por causa da fama, e as coisas que eles sabiam a respeito da arca e dos feitos e vitórias do povo de Israel; e o povo de Israel estava vibrando e gritando, realmente estavam fazendo um barulho ensurdecedor. Provavelmente eles pensavam: - “O Senhor vai nos dar a vitória, como em Jericó”! O povo de Israel, achava que só pelo fato de Deus ter livrado eles antes, os livraria novamente usando as mesmas formulas que deram certo em outras ocasiões.
Eles estavam brincando com a presença de Deus, e o pior é que hoje estamos vendo isso acontecer de novo no meio da igreja, estamos vivendo tempos em que “a palavra do Senhor é escassa, e as visões também”. Hoje vemos um monte de manifestações no meio dos cultos, mas pouco poder. Tem pessoas utilizando musicas e jargões como se fossem uma formula do avivamento. “Agora o fogo vai cair!”, “Receba o toque !”, e muitas pessoas para não ficar desentoadas começam a cair e a rir e coisa e tal. Eu não estou dizendo que nunca houve realmente a presença de Deus, mas acontece que estamos tomando a arca e colocando no meio de nós como um amuleto. No capitulo 4 de 1 Samuel vemos que isso não teve nenhum efeito, pois os filisteus se deram conta de que o que havia era só barulho, e ficaram encorajados e partiram para o ataque e o povo de Israel foi literalmente massacrado pelos filisteus morrendo 30.000 homens. E ainda a Arca foi tomada pelos filisteus. Os filhos de Elí, que estavam junto da Arca, como se eles fossem dignos de permanecer junto dela, foram mortos, do jeito que o homem de Deus havia falado com Elí. Eu creio que tem muitos ministros, que são exatamente iguais aos filhos de Elí. Não tem vida com Deus, abusam das ofertas dadas pelo povo, e vivem umas vidas de aparências. Em casa são uma coisa, mas diante da multidão são outra coisa.
Mas como a formula tem dado aparentemente certo, eles continuam a fazer as mesmas coisas repetidamente. Mas os “Filisteus” de hoje estão percebendo que o que está havendo é só barulho. E chega um momento em que Deus puxa o tapete, e a realidade vem à tona. Não brinquemos com a Santa presença do Senhor! Estamos falando do Todo-poderoso Deus! Nós não vamos conseguir manipular as pessoas por muito tempo, sem que Deus intervenha e faça alguma coisa. Com Deus não se brinca. Vamos ser honestos conosco e com povo, e quando não estivermos tendo uma manifestação real do Senhor, em lugar de fingir ou repetir as formulas, vamos nos quebrantar e nos humilhar ate que Ele venha!  Nós não podemos enfrentar o nosso feroz inimigo dessa maneira, pois ele já está percebendo que o mover já está passando e tem atacado e retaliado sem piedade, assim como os filisteus no capitulo 4.
Deus tem nos dado muito; nunca houve tanta informação: Bíblia on-line, Internet, programas de TV, cultos de todos os tipos e para todos os gostos, musica para todo tipo de ouvido, mas contudo, “a palavra de Deus é escassa, e são muito poucas as visões”. Deus tem muito mais para Seu povo, do que correr atrás de congressos e idolatrar ministros e ministérios.
Chega de usar Cds, vídeos, e tantas coisas como amuletos. E quando não havia cds de avivamento? Como é que o povo fazia para adorar? Será que não existia adoração antes que tantos ministros “ungidos” aparecessem? Eu creio que esta na hora de voltar à simplicidade. Voltar à boa e velha palavra de Deus, e a boa e velha oração. Nós não precisamos de amuletos. Só precisamos do Senhor.
Paz para seu coração
Jorge Russo (Jorjão) ministeriotrio@gmail.com   www.ministeriotrio.com.br